Curiosidades

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Quanto frio podemos suportar? E calor?

Uma aventura no deserto ou uma expedição no polo sul pode levar o corpo ao extremo. Tanto frio quanto calorsão capazes de matar. O anesteseologista Alexandre Slullitel afirma que cada organismo tem um comportamento individual muito diferente, por isso, é difícil precisar a temperatura máxima ou mínima que podemos suportar.  O que pode ser determinante, mais do que a temperatura em si, é o tempo de exposição. “Tudo depende da intensidade, da variação de temperatura e do tempo em que o organismo é exposto”, alerta o especialista. Os principais sintomas de quem está sofrendo hipertermia (excesso de temperatura corporal) são suor, desidratação, boca seca, pele flácida e a consequente parada do funcionamento dos órgãos. Já na situação contrária, na hipotermia, as primeiras reações do corpo são tremor e contração muscular. No livro AVida no Limite – A Ciência da Sobrevivência, a fisiologista inglesa Frances M. Aschcroft afirma que, em um ar parado de -29º C, há pouco perigo para uma pessoa adequadamente vestida. Se o vento for de meros 16 km/h, porém, a sensação térmica cai para o equivalente a -44º C e a pele congela em menos de um ou dois minutos. Já no calor, se a temperatura basal – temperatura dos tecidos do corpo e do abdômen – passar dos 42º C ocorrerá morte por insolação. No livro, há o registro de um homem que suportou 15 minutos a uma temperatura de 105º C!

10 Curiosidades sobre a Lua

Foi no dia 20 de julho de 1969 que o mundo assistiu ao pouso do Apollo 11 no solo lunar. Duas horas após a chegada, Neil Armstrong saiu da nave e entrou para a história como o primeiro homem a pisar na Lua. Até hoje, há quem duvide desse feito dos americanos, mas a verdade é que a Lua sempre despertou curiosidades.
Como é formada a superfície do único satélite natural da Terra? A Lua influencia no corte de cabelo? Os lobos só uivam para a Lua cheia? O que aconteceria se o nosso satélite desaparecesse? Confira as respostas de especialistas para estas e outras curiosidades.

A Lua influencia no corte de cabelo?

Segundo o professor Enos Picazzio, do departamento de Astronomia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IGA-USP), não há nenhuma prova científica de que a Lua influencie no corte de cabelo. “Se influenciasse positivamente, evitando queda ou fazendo crescer cabelo, não haveria astrônomos calvos”, brinca o professor.
O dermatologista Paulo Zubaran, especializado em medicina estética e tricologia, explica que esse mito surgiu no passado. “As pessoas formularam o seguinte pensamento: se o corpo humano é constituído por 70% de água, por que não poderia sofrer também a mesma influência que a Lua exerce sobre as marés?”. A associação é errada, pois a influência deste astro sobre as marés é devida à força gravitacional, que, por ser ínfima, só se percebe quando uma massa muito grande – como os oceanos – está envolvida. Conclusão: independentemente do dia em que você corte, seu cabelo seguirá crescendo cerca de 1 cm por mês.

Como a Lua influencia nas marés?

Com a sua força gravitacional, a Lua “puxa” os oceanos em sua direção. Essa força tem a ver com a massa dos corpos e a distância entre eles. Quanto maior e mais perto, maior a força. O Sol também afeta as marés, mas menos, já que está mais longe da Terra do que a Lua. As marés mais altas ocorrem quando Sol e Lua estão do mesmo lado da Terra, somando as suas forças.

Do que é feita a superfície da Lua?

A superfície lunar é basicamente constituída de rocha e recoberta por poeira fina. Os continentes são as regiões claras e brilhantes, que podem ser vistas a olho nu da Terra. Segundo o professor Enos Picazzio, da USP, eles são compostos essencialmente de rochas ricas em silicatos e são bastante acidentados, com depressões, enrugamentos e crateras de impacto.
Já os mares, que não possuem água, são regiões mais escuras e planas, ricas em basalto (rocha resultante de vulcanismo ocorrido no passado, já que, atualmente não há vulcanismo na Lua).

Os lobos só uivam para a Lua cheia?

Não, os lobos não uivam para a Lua. Aparentemente, o motivo para fazermos essa associação, destaca Carlos Camargo Alberts, professor de Zoologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), é porque eles ficam mais ativos durante a Lua cheia. “Essa maior atividade, no entanto, não tem a ver com a caçada, já que na luminosidade mais intensa da Lua cheia, as presas do lobo podem percebê-los mais cedo”, explica. Portanto, a Lua cheia acaba sendo um período de fome para os lobos e a maioria dos outros predadores noturnos.
Entre outras motivações, os lobos uivam para renovar os laços sociais dentro da alcateia. “Quando um lobo começa a uivar, outros membros do grupo se aproximam”, observa Alberts. Outra função do uivo é usá-lo para reencontrar o bando por meio do som.

Por que, às vezes, a Lua aparece de dia?

Na fase cheia, a Lua nasce quando o Sol se põe, por volta das 18h, ou seja, já está anoitecendo quando ela surge no horizonte. No início desta fase, a Lua se põe às 6h. “A cada dia a Lua nasce 48 minutos mais tarde. Uma semana depois da cheia, quando chega na fase quarto-minguante, ela nasce mais ou menos à meia-noite. Quando o sol estiver nascendo, ela ainda vai estar no céu, e a gente vai poder vê-la até meio-dia”, esclarece a professora.

O que é um eclipse lunar?

É um fenômeno que ocorre quando a Terra fica entre o Sol e a Lua, e esta última é encoberta total ou parcialmente pela sombra do nosso planeta. Isso ocorre apenas na fase de Lua cheia e quando Lua, Terra e Sol estão quase alinhados, explica o professor Enos Picazzio, do Departamento de Astronomia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IGA-USP).

O que aconteceria se a Lua desaparecesse?

Dentre as possíveis consequências, o professor Enos Picazzio destaca duas: mudanças climáticas e no ecossistema marinho. “As estações sazonais são consequência da inclinação do eixo de rotação da Terra. Se essa inclinação variar, o ciclo sazonal muda, alterando as zonas climáticas e provocando longos períodos de glaciação nos hemisférios”, explica. Como a Lua influencia as marés, seu desaparecimento afetaria a vida marinha.
“A circulação de correntes marinhas arrasta pequenos organismos vivos, como o plâncton, fundamentais na base da cadeia alimentar dos ecossistemas aquáticos”, afirma o professor.

A lua da Terra tem um nome próprio, como as luas de outros planetas?

O nome próprio do satélite da Terra é Lua, por isso deve ser escrito em maiúsculo. Segundo o professor Enos Picazzio, tornou-se comum usar “lua” como sinônimo de satélite natural, mas isso deve ser evitado. “Muitos fazem essa associação, mas é bom evitar. Imagine alguém ouvindo a frase ‘a lua da Terra é a Lua’. Parece declaração de doido! Para uma criança, isso é grave porque ela vai se confundir”, comenta o professor do Departamento de Astronomia do IGA-USP.
Quanto maior a massa do planeta, maior será sua família de satélites. Enquanto a Terra tem apenas um satélite natural, Mercúrio e Vênus não têm nenhum. Marte tem dois: Fobos e Deimos. Já Júpiter tem 63, sendo que o maior é Ganímedes (que é maior que o planeta Mercúrio).

A Lua pode ser vista de outros planetas?

Sim, mas de acordo com o professor Enos Picazzio, do Departamento de Astronomia do IGA-USP, de Marte em diante, é necessário o uso de telescópio. De Mercúrio e Vênus é possível vê-la a olho nu.

Por que o homem não voltou mais para a Lua?

Foram seis missões de pouso na Lua, todas do programa americano Apollo (Apollo 11, 12, 14, 15, 16 e 17), que durou de 1968 a 1972. Desde então, optou-se por enviar sondas espaciais. “Além de serem mais baratas e evitarem risco de vida humana, as sondas permitem a observação global do satélite”, explica o professor Enos Picazzio.
Foi em 20 de julho de 1969 que o mundo assistiu ao pouso do módulo lunar da Apollo 11, batizado de Eagle, no solo de nosso satélite. Duas horas após o pouso, Neil Armstrong saiu da nave e entrou para a história como o primeiro homem a pisar na Lua, seguido por seu companheiro Edwin Aldrin. Posteriormente, outros 10 astronautas pisaram na Lua.

Você sabe qual é o nome do passarinho do Twitter?

Você, provavelmente, utiliza o Twitter no seu dia a dia. Mas já parou para pensar qual é o nome do passarinho azul? O famoso mascote do microblogging se chama Larry, um nome bastante comum.
Quem conseguiu descobrir esse mistério foi o All Twitter, resgatando um tuíte da própria conta oficial do microblog, revelando o nome do passarinho.
De acordo com o site, a possível influência para o nome do pássaro é Larry Bird, um dos maiores jogadores de basquete do Boston Celtics. O co-fundador do Twitter, Biz Stone, fã do esporte, nasceu e foi criado na cidade.

Por que não lembramos de quando éramos bebês?
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É consenso entre os especialistas que os primeiros anos de vida são fundamentais na formação de cada indivíduo, mas apesar da importância que eles têm, não é possível lembrar do que vivemos antes de completar 30 meses, ou dois anos e meio de idade. Ainda que as experiências vividas na primeira infância possam resultar em traumas ou em associações afetivas que duram pelo resto da vida, ninguém é capaz de identificar lembranças de quando era bebê.
De acordo com André Frazão, coordenador do laboratório de cognição do Instituto de Biociências da USP, existem diversas causas para o esquecimento dos primeiros anos. O fenômeno chamado de amnésia infantil se deve, principalmente, às constantes mudanças estruturais que ocorrem no cérebro das crianças. Nos primeiros anos de vida, o sistema nervoso central ainda não está totalmente desenvolvido. “Nascemos com um encéfalo que tem cerca da metade do tamanho que terá no adulto, isso significa que a estrutura vai mudar, vão aparecer novas células e novas conexões neuronais”, diz Frazão.
Mas o encéfalo ainda pouco desenvolvido não significa que os conhecimentos a respeito do mundo não sejam registrados, apenas que eles são arquivados de outra forma, em outro contexto e com outras referências, transformando-se em uma informação que não podemos mais acessar quando adquirimos a linguagem e interpretamos o mundo com outros métodos. Mas as memórias dos primeiros meses continuam nos influenciando inconscientemente na vida adulta. “Por exemplo, o dia que a sua mãe lhe deu um cachorro com um ano de idade e você amou: aquele evento você não consegue identificar, mas as consequências afetivas de criar um vínculo com o cachorro são importantes nos próximos vínculos que você cria na vida”, explica o especialista.
Frazão ainda ressalta que a amnésia infantil se refere à memória declarativa, a memória que utilizamos para relatar eventos ou para “reviver” situações. Mas aprendizados como andar e falar são outro tipo de memória, que não se perde com a idade. E mesmo eventos não identificáveis pontualmente transformam a criança, já que “a construção da vida é uma linha”, na qual os primeiros acontecimentos têm relação com os posteriores, diz o pesquisador.

Os cinco animais mais inteligentes do planeta
elefante
Inteligência
Dizem que, nós, seres humanos, somos os mais inteligentes do reino animal – se bem que, levando em consideração as intermináveis guerras, os danos causados ao planeta e a violência de modo geral, essa afirmação possa ser bastante questionada. Mas, além de nós, os chimpanzés, gorilas, orangotangos e outros primatas têm também cérebros já bastante sofisticados e praticam ações que demonstram um grau de inteligência bastante elevado. E fora os primatas, outras espécies parecem ser também bastante desenvolvidas. A lista é surpreendente:
1. O porco
Provavelmente você está surpreso, mas é isto mesmo: entre os animais domesticados pelo Homem, o porco é o mais inteligente do planeta. Por incrível que pareça, as pesquisas comprovam que as habilidades do porco chegam a superar as dos cachorros e gatos. Eles entendem como funciona um espelho, por exemplo. Numa experiência realizada há alguns anos, alguns porcos foram treinados para movimentar um cursor com os focinhos, numa tela de vídeo, e a diferençar imagens que já tinham visto, de outras que estavam vendo pela primeira vez. Eles foram mais bem sucedidos do que chimpanzés.
2. O polvo
Você se lembra daquele polvo, o “Paul”, do Aquário Marinho (Sea Life Centre) de Oberhausen, na Alemanha? Aquele que fez sucesso durante a Copa do Mundo, na África do Sul, acertando muitos resultados de jogos? Pois bem, está provado que, da mesma forma que os porcos são os animais mais espertos entre as espécies domesticadas, os polvos são os mais inteligentes entre os invertebrados. Testes com labirintos e resolução de problemas provaram que esses octópodes possuem memórias de fatos recentes e remotos. Eles conseguem abrir frascos, apertar parafusos e até pegar um sanduíche dentro de uma cesta. São os únicos invertebrados que são capazes de usar ferramentas. Alguns foram vistos pegando cascas de coco e transformando-as em abrigos.
3. O corvo
“Nevermore!” (“Nunca mais!”) dizia essa ave, no poema “The Raven” (“O Corvo”), de Edgar Allan Pöe. Sim, o corvo é capaz de imitar o som de algumas palavras, como o papagaio. Em diversas lendas, o corvo aparece como um trapaceiro ou portador de maus presságios, mas, na realidade, eles são bastante inteligentes. Como os polvos, eles são capazes de usar ferramentas simples, armazenar alimentos para o inverno e memorizar experiências para uso em circunstâncias futuras. Um deles foi observado usando a folha dura de uma árvore, como se fosse uma faca, para fazer nozes caírem numa rua movimentada e serem esmagadas pelas rodas dos automóveis, para que eles pudessem comer as sementes. Notável, não? Eles também podem reconhecer pessoas e lembrar-se dos seus rostos durante anos.
4. Os golfinhos
Estes, com toda certeza, são um dos animais mais inteligentes de toda a espécie animal. Parece até que eles têm uma linguagem própria e, através dela, se comunicam entre si. Cientistas fizeram diversas tentativas para decifrar essa linguagem, mas, até agora, não obtiveram sucesso. Quem já viu esses cetáceos se exibindo em aquários, sabe que eles são capazes de obedecer a inúmeros comandos dos seus treinadores. Há alguns anos, pescadores viram golfinhos arrancando pedaços de esponjas do mar e envolvendo seus narizes com eles, para evitar escoriações.
5. Os elefantes
Esses paquidermes extremamente inteligentes vivem em sociedades complexas, nas quais prevalece uma hierarquia e demonstram solidariedade com outros animais. As fêmeas, quando grávidas, reconhecem e comem certo tipo de erva que induz o parto. Usam ferramentas para diversas finalidades. Certa vez, um grupo de elefantes foi visto atirando pedras com as trombas em cercas eletrificadas para cortar a corrente. Por ocasião da morte de um membro do grupo, seguem rigorosos e complicados rituais fúnebres e costumam visitar os túmulos dos falecidos.
Inteligência & Instrução
Entre nós, humanos, é preciso fazer uma distinção entre a verdadeira inteligência e o simples raciocínio (instrução, memória, cultura ou erudição). Existem intelectuais estúpidos e analfabetos geniais e a recíproca é verdadeira. Inteligência é uma questão de sensibilidade de espírito e isso não se aprende na escola.

O que significa a palavra SPA?
Todo mundo fala em SPA. Está até passando uma novela na TV, na qual existe um SPA que é palco das mais engraçadas peripécias das personagens. É SPA pra lá, SPA pra cá, mas… Você já parou para pensar no que significa esta palavra? Ou melhor, no que significam estas três letras? Bem, existem duas versões. Vamos falar de ambas.
Primeira versão: uma viagem no tempo
Para falar desta primeira versão, temos que voltar no tempo e nos deslocar no espaço. Voltemos aos tempos de Cristo e vamos até Roma, para ver como andam as coisas por lá. Eles falam Latim, uma língua que, hoje, quase ninguém conhece e que só é usada em poucas cerimônias da igreja católica. No entanto, a língua que falamos, o Português, veio do Latim que era falado especificamente numa certa região chamada Lácio.Existe, inclusive, uma poesia de Olavo Bilac, exaltando a beleza do nosso idioma, cujo primeiro verso éÚltima flor do Lácio, inculta e bela Inculta porque o Português não se originou do Latim clássico, falado pelos eruditos romanos, mas sim do Latim vulgar, falado pelo povão de Roma. Humilhante? Que nada, é apenas um fato histórico. As outras línguas também não têm origens lá tão nobres. O Francês, o Espanhol, o Romeno e o Italiano, por exemplo, vieram da mesma raiz que o nosso bom e velho Português – o Latim do povão romano.
Fim do mistério?
Mas isso já é outra história; vamos voltar ao SPA, nosso assunto principal. Percorrendo as ruas desta Roma antiga, observamos diversas construções monumentais: o Fórum, o Coliseu, teatros, templos religiosos e, em lugar de destaque, as Termas (do Latim “thermas” = calor). Termas são fontes de água quente, abundantes em Roma, ainda hoje. Estas fontes são rodeadas por construções imponentes, cheias de arcadas, colunas, esculturas, plantas ornamentais e abastecem grandes piscinas. Os aristocratas romanos, chamados de patrícios, adoram vir se banhar nas águas mornas das Termas, que, segundo dizem, relaxam os músculos, favorecem a circulação do sangue e até curam muitas doenças, como o reumatismo, a asma, a sinusite e outras. E, vejam só, ali, no frontispício da construção está gravada uma frase, claro, em Latim:SANITAS PER ACQUA. Tradução? “Saúde pela Água”. Observem as iniciais desta frase e, segundo essa versão histórica, o mistério está esclarecido: SANITAS PER ACQUA…
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Ruínas das Termas de Caracala – nome de um dos imperadores romanos.
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Pintura representando os banhos nas Termas de Caracala.

Segunda versão: menos romantismo
A segunda versão desta história é bem menos romântica e mais atual. Existe uma cidade na Bélgica chamada Spa. Os leitores provavelmente já ouviram falar dela, por causa da Fórmula 1. Nesta modalidade do automobilismo existe o Grande Prêmio da Bélgica, do qual faz parte a prova denominada de Circuito de Spa-Francorchamps, que acontece precisamente nessa cidade. A cidade de Spa é bem conhecida, não só por causa do automobilismo, mas também pelas suas termas (que já vimos que são fontes naturais de águas quentes). As termas de Spa são famosas desde os tempos da Roma antiga, da qual nos ocupamos anteriormente. Os romanos as chamavam de Acquae Spadanae – palavra que talvez tenha a ver com o verbo latino spargere (“espargir” em Português). As fontes termais de Spa já eram procuradas por milhares de pessoas no século XIV, época em se celebrizaram pelas suas propriedades curativas. Eram então chamadas de Espa – que significa “fonte”, em valão (língua românica falada na Bélgica e na França).
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Vista geral do Circuito de Spa-Francorchamps, na Bélgica.
Moral da história
Pois então, aí estão as duas versões a respeito da origem da palavra SPA. Qual das duas é a verdadeira? Ninguém sabe ao certo. Quem tem temperamento romântico, certamente preferirá acreditar na primeira e, quem tem espírito mais pragmático, optará pela segunda. Você decide.

A origem da palavra "UAI"
uia
Segundo o odontólogo  Dr. Sílvio Carneiro e a professora Dorália Galesso, foi o presidente Juscelino Kubitschek que os incentivou a lhe pesquisar a origem.
Depois de exaustiva busca nos anais da Arquidiocese de Diamantina  e em antigos arquivos do Estado de Minas Gerais, Dorália encontrou explicação provavelmente confiável.
Os Inconfidentes Mineiros, patriotas, mas considerados subversivos pela Coroa Portuguesa, comunicavam- se através de senhas, para se protegerem da polícia lusitana.
Como conspiravam em porões e sendo quase todos de origem maçônica, recebiam os companheiros com as três batidas clássicas da Maçonaria nas portas dos esconderijos.
Lá de dentro, perguntavam:
- Quem é ? – e os de fora respondiam:
- UAI – as iniciais de ‘União, Amor e Independência’ .
Só mediante o uso dessa senha a porta seria aberta aos visitantes.
Conjurada a revolta, sobrou a senha, que acabou virando costume entre as pessoas das Alterosas.
Os mineiros assumiram a simpática palavrinha e, a partir de então, a incorporaram ao vocabulário cotidiano, quase tão indispensável como ‘tutu’ e ‘trem’. Uai sô
A material acima saiu no Jornal Correio Brasiliense.